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Gabaritando Enem - Simulado on-line - 2013

A seguir, confira o simulado on-line.



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Física


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Geografia
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*Crédito: Secretaria da Educação - PR
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10 Dicas para Mandar Bem na Redação

Escrever requer treino, atenção e muita leitura. Para você que quer praticar, segue algumas dicas que o ajudarão nesta tarefa.



*Crédito Mundo do Vestibular
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Como parar de enrolar e começar a estudar em 7 passos


Você é daqueles que ficam deixando tudo para depois e acabam sempre acumulando um monte de coisa para estudar? Conversamos com especialistas para reunir dicas práticas para ajudar a vencer esse hábito

É ano de vestibular e há um monte de coisa para estudar e livros para ler. Você ia começar a maratona de estudos em janeiro, mas todos os seus amigos ainda estavam de férias e você achou que merecia relaxar um pouco também. Justo. Mas, em fevereiro, ainda estava em ritmo de férias e achou que teria tempo suficiente para estudar ao longo do ano. Resultado: adiou tudo mais um pouquinho. Então chegou o mês de março. Mas aí seu irmão veio com um videogame novo e você foi incapaz de focar nos estudos enquanto não zerasse os jogos que ele comprou. E agora já estamos quase em maio e já tem matéria acumulada para estudar.
Identificou-se com essa história? Se a resposta for sim, saiba que você não é o único. E que essa enrolação toda tem até um nome (bem feio, por sinal): procrastinação. A palavra, do latim, significa basicamente deixar de lado ou postergar para outro dia. "Esse problema não acomete só os estudantes; os adultos também fazem isso", explica o professor Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do Anglo Vestibulares. "Quando vamos viajar, por exemplo, mesmo que tenhamos comprado as passagens há meses, acabamos sempre fazendo a mala na última hora", completa.
A procrastinação é algo tão comum entre os estudantes, que muitas universidades americanas mantêm páginas em seus sites oficiais com conselhos de como vencê-la. Depois de consultar estudos e especialistas no assunto, reunimos aqui algumas dicas para ajudar você a parar de enrolação.

1. Saiba o que quer. 
Quando você realmente quer algo, se sente mais motivo a lutar por isso. Se não está muito certo, fica mais difícil. É o que acontece, por exemplo, caso o seu pai queira que você se empenhe para passar em Medicina, enquanto sua preferência é pelo Jornalismo. Assim, resolva essa questão o quanto antes e descubra o que realmente quer fazer.

2. Organize-se. Mas respeite o seu tempo para a diversão tambémÉ preciso ter tempo para tudo, incluindo dormir o suficiente, comer e se divertir um pouco. Você não precisa (nem pode!) riscar essas coisas do seu planejamento. "O que não pode é reservar mais tempo para o lazer do que para o estudo", diz o professor Alberto. A melhor maneira de organizar isso é ter um bom planejamento. "Se não tiver isso, a pessoa acaba passando quatro horas no Facebook e deixa só meia hora para estudar", completa. Assim, monte um cronograma com as tarefas que precisam ser feitas, mas inclua nele um espaço para um cineminha e coisas assim.

- Aprenda a organizar seus estudos
3.Seja realista quanto ao tempo que você levará para cada tarefa"Os procrastinadores tendem a ser ‘heroicos’ em relação ao tempo: eles estimam que levarão duas horas para completar uma tarefa para a qual a maioria das pessoas levaria quatro", diz a página sobre procrastinação do site da Universidade da Carolina do Norte. Antes de fazer seu planejamento, descubra quanto tempo você realmente leva para fazer as coisas ao traçar planos - mas leve sempre em consideração imprevistos e interrupções. Em uma tarde de perfeita concentração e disposição, pode ser que você leve apenas uma hora para resolver todos os exercícios de gramática que tem para aquele dia. Mas se o mais comum é que esteja sempre meio cansado quando senta para resolvê-los, precisa ser realista e considerar que precisará de mais tempo. Estabelecer alvos difíceis de cumprir só irá desanimá-lo.

4. Comece!Para o especialista em procrastinação Timothy A. Pychyl, deixar tudo para depois pode virar mania - e, para vencê-la, é necessário estabelecer um novo hábito: começar as coisas já. Trocar o "depois eu faço" pelo "vamos resolver isso logo" é um primeiro passo fundamental para vencer a enrolação. Sem contar que, quanto mais a gente enrola, mais complicadas as tarefas parecem ser. Se você matar os exercícios de logaritmo logo depois da aula, terá grandes chances de descobrir que a matéria não é tão impossível quanto parece (até porque a explicação do professor ainda estará mais fresca em sua cabeça).

5. Livre-se das distraçõesQuando for estudar, desligue a TV e o celular. Se o videogame é uma grande tentação, esconda-o até colocar suas tarefas em dia. Dependendo do seu nível de procrastinação, pode ser necessário tomar atitudes mais radicais. Se o Facebook se tornou um vício, por exemplo, instale algum programa que controle o acesso a redes sociais no seu navegador ou desinstale o aplicativo do seu smartphone. O importante é detectar o que atrapalha você e se livrar disso.
6. Encare seus estudos como uma profissãoVocê está se preparando para entrar em uma faculdade com o objetivo de virar um bom profissional, certo? Isso quer dizer que, quando arrumar um emprego na área dos seus sonhos, você pretende se dedicar ao máximo e ser responsável. "Assim como acontecerá em sua vida profissional, é necessário que você, como estudante, cumpra horários, se organize, faça cronogramas de trabalho e siga os planos com seriedade", explica o professor Alberto. Acredite: no trabalho, você não terá a opção de esperar até ter vontade de fazer as coisas. Por que não começar a adquirir para si essa responsabilidade agora mesmo?
7. Aprenda a gostar de estudarÀs vezes, precisamos nos acostumar com certos alimentos que nos fazem bem, como alguns legumes e vegetais. Com o tempo, a gente acaba até gostando. O mesmo pode acontecer com os estudos - ou com as matérias em que você tem mais dificuldade. Esforce-se para aprender a gostar delas. Quando começamos uma tarefa com pensamentos como "que droga, vou ter que estudar essa matéria horrorosa!", a coisa já começa mal e sua mente não vai ajudar tanto quando ajudaria em algo prazeroso - como o videogame.
Testes
Você sabe estudar em casa?
 As redes sociais estão atrapalhando seus estudos?

Extraído do Site: http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/como-parar-enrolar-comecar-estudar-7-passos-682995.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante
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Tabaco - O holocausto silencioso


Um dos retratos mais angustiantes do vício em substâncias químicas foi feito em “A Consciência de Zeno”, do escritor italiano Italo Svevo. No romance, o protagonista luta, inutilmente, para se livrar do hábito de fumar, sempre às voltas com o último cigarro: “Acendi um cigarro e logo me senti relevado da inquietude, apesar de a febre talvez aumentar e de sentir a cada tragada que as amígdalas me ardiam como se tocadas por um tição. Fumei o cigarro até o fim com a determinação de quem cumpre uma promessa”.

Direto ao ponto: Ficha-resumo

A época em que este clássico da literatura moderna foi publicado, início dos anos 1920, marcou também a ascensão da indústria do cigarro. Nas décadas seguintes, uma publicidade agressiva faria aumentar o número de dependentes no mundo, tornando o tabaco a droga mais consumida e mais mortal em toda a história da humanidade.

No ano passado, 6 milhões de pessoas morreram em todo o mundo de doenças relacionadas ao tabagismo (número similar ao de judeus assassinados noholocausto nazista). Desse total de mortes, 80% ocorreram em países pobres ou em desenvolvimento, onde ainda não existe legislação específica restringindo a produção, comercialização e uso do tabaco. Neste ritmo, estima-se que um bilhão de pessoas morram durante o século 21 devido ao fumo ou exposição à fumaça de cigarro.

Os dados fazem parte da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançada em 21 de março durante a 15a Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, realizada em Cingapura.

De acordo com o relatório, a indústria do tabaco lucrou quase US$ 6.000 para cada morte causada pelo fumo no ano de 2010. Neste ano, a renda das seis maiores fábricas de cigarro do planeta foi de US$ 35 bilhões, o que corresponde aos lucros combinados da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald’s no mesmo ano.

É um dos negócios mais lucrativos do planeta. Aproximadamente 20% da população adulta mundial fuma cigarros. Originário das Américas, o tabaco foi levado para a Europa no século 15 e, nos séculos seguintes, tornou-se um dos pilares da economia imperialista.

Já no século 19 o costume de fumar deixou os salões da aristocracia e se popularizou, na Europa e na América. Nas primeiras décadas do século 20 surgiram a indústria do tabaco e o marketing em torno do produto, tendo como público-alvo as mulheres e, mais tarde, os adolescentes.

As propagandas associavam o fumo a hábitos saudáveis e jovialidade, sendo comum atletas, artistas e até médicos anunciarem o produto em rádio, TV e jornais. Os estúdios de Hollywood recebiam verbas para que seus astros fumassem em filmes. Mais do que uma “pausa” na hora do café, o cigarro se tornou parte da cultura e sociedade moderna.

Sabor chocolate

Nos anos 1970 foram dados os primeiros alarmes da comunidade médica sobre os efeitos nocivos do cigarro, não obstante os esforços do setor empresarial para tentar impedir que o público fosse informado dos males do vício. Hoje, o tabagismo é apontado como causa da morte de 15% dos homens e 7% das mulheres. Além disso, o fumo é considerado fator de risco de quatro causas de morte – câncer, doenças cardíacas, diabetes e doenças do aparelho respiratório – que respondem por 63% dos óbitos no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas, diferente de outros agentes cancerígenos, o fumo pode ser prevenido com políticas públicas. Elas incluem taxação do produto, banimento da publicidade, restrição de fumo em locais fechados e campanhas de saúde. A epidemia do tabaco, para os Estados, se traduz em prejuízos nas áreas de Saúde e Previdência Social, o que levou os governos a deixarem de compactuar com os fabricantes.

Uma iniciativa mais abrangente foi a assinatura da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), um acordo internacional que estabelece compromissos de criação de políticas de controle do tabaco e cooperação entre governos. O tratado entrou em vigor em 2005, e possui 174 países membros e 168 signatários, incluindo o Brasil.

Segundo país a assinar o acordo, o Brasil possui leis que o colocam na vanguarda da luta contra o tabagismo. No final dos anos 1980, os fabricantes foram obrigados a estampar nas embalagens a frase “O Ministério da Saúde adverte: fumar é prejudicial à saúde”. A proibição da publicidade veio em 2000 e, a partir de 2008, os maços de cigarro passaram a trazer imagens provocativas, com o objetivo de chocar o fumante.

No ano passado, uma lei federal proibiu o fumo em locais fechados, banindo o cigarro de espaços como restaurantes, casas noturnas e cinemas. Na mais recente ofensiva contra a indústria, no dia 13 de março, o governo proibiu o uso de aditivos que dão sabor aos cigarros (menta, chocolate, canela e fruta). Cigarros desse tipo representam 22% do total vendido no país e fazem parte de uma estratégia para tornar o produto mais atrativo para crianças e adolescentes.

Também foram proibidas substâncias que potencializam no organismo a ação da nicotina – o princípio ativo do tabaco cujo uso causa dependência. As empresas têm até dois anos para se adaptarem às normas.

Estima-se que, no Brasil, 23,9% da população seja fumante, e que 200 mil mortes por ano sejam decorrentes do hábito de fumar. Entre as vítimas mais famosas do cigarro está o comediante Chico Anysio, morto em 23 de março depois de sofrer anos de enfisema pulmonar e doenças respiratórias causadas pelo fumo.

Em entrevista, a viúva do humorista disse que pretende criar um instituto antitabagista, somando-se, assim, a outras campanhas da sociedade civil, entre elas uma da própria Rede Globo, que exibiu no programa Fantástico a série “Brasil sem Cigarro”, apresentada pelo médico Dráuzio Varella. Décadas após o início do “holocausto silencioso” promovido por empresas e governos, Zeno, personagem do romance de Svevo, teria hoje mais informações e apoio médico para largar o vício.
Direto ao ponto volta ao topo
No ano passado, seis milhões de pessoas morreram em todo o mundo de doenças relacionadas ao tabagismo. Desse total de mortes, 80% ocorreram em países pobres ou em desenvolvimento, onde inexiste legislação específica restringindo a produção, comercialização e uso do tabaco.

Os dados fazem parte da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançada em 21 de março durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, realizada em Cingapura.

A comercialização de cigarros é um dos negócios mais lucrativos do planeta. Aproximadamente 20% da população adulta mundial fuma cigarros. O tabagismo é apontado como causa da morte de mais de 15% dos homens e 7% das mulheres. Além disso, é considerado fator de risco de quatro causas de morte – câncer, doenças cardíacas, diabetes e doenças do aparelho respiratório.

Mas, diferente de outros agentes cancerígenos, o fumo pode ser prevenido com políticas públicas. Elas incluem taxação do produto, banimento da publicidade, restrição de fumo em locais fechados e campanhas de saúde.

O Brasil possui leis que o colocam na vanguarda da luta contra o tabagismo. A mais recente proibiu os aditivos que dão sabores aos cigarros. Estima-se que 23,9% dos brasileiros sejam fumantes e que 200 mil morram ao ano de doenças decorrentes do hábito de fumar. Entre as vítimas mais famosas do cigarro está o comediante Chico Anysio, morto em 23 de março.
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Consumismo



Consumismo é o ato de comprar produtos e/ou serviços sem necessidade e consciência. É compulsivo, descontrolado e que se deixa influenciar pelo marketing das empresas que comercializam tais produtos e serviços. É também uma característica do capitalismo e da sociedade moderna rotulada como “a sociedade de consumo”.
O consumista diferencia-se em grande escala do consumidor, pois este compra produtos e serviços necessários para sua vida enquanto aquele compra muito além daquilo de que precisa.
O consumismo tem origens emocionais, sociais, financeiras e psicológicas que juntas levam as pessoas a gastarem o que podem e o que não podem com a necessidade de suprir a indiferença social, a falta de recursos financeiros, a baixa autoestima, a perturbação emocional e outros.
As consequências ruins ao consumista são: processos de alienação, exploração no trabalho, multiplicação de supérfluos (que contribuem para o processo de degradação das relações sociais e entre sociedades) e a oneomania (que é um distúrbio caracterizado pela compulsão de gastar dinheiro. É mais comum nas mulheres, tomando uma proporção de quatro por um). Além disso, o meio ambiente também sofre com este “mal do século”, pois o aumento desenfreado do consumo incentiva o desperdício e a grande quantidade de lixo.
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Vídeo Aula - História do Brasil - Historiador Boris Fausto - TV Escola



Download - Vídeo Formato (wmv) - História do Brasil - Historiador Boris Fausto - TV Escola
História do Brasil Boris Fausto.wmv
Programa 1 - Colônia
História Boris Fausto 01 de 07
Programa 2 - Império
História Boris Fausto 02 de 07
Programa 3 - República Velha
História Boris Fausto 03 de 07
Programa 4 - A Era Vargas
História Boris Fausto 04 de 07
Programa 5 - Período Democrático
História Boris Fausto 05 de 07
Programa 6 - Regime Militar
História Boris Fausto 06 de 07
Programa 7 - Redemocratização
História Boris Fausto 07 de 07
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Estudando História do Brasil com Boris Fausto – Vídeo Aulas Grátis


Muitos candidatos ainda não se deram conta de como a Internet pode ser uma aliada em sua preparação  para o concurso ou vestibular. Principalmente para aqueles que por diversos motivos não podem freqüentar um curso ou ter aulas com professores particulares, encontram-se na internet um grande acervo de vídeos, livros, apostilas, simulados, provas e exercícios que podem ajudar bastante nos estudos.
A grande dificuldade dos candidatos reside especificamente em selecionar o que é material de qualidade, diante de toda essa imensidão de informações. Mas no meio de tanto joio podemos encontrar bastante trigo. Veja por exemplo os vídeos de História do Brasil do professor Boris Fausto. Vídeo aulas completas, que abrangem todo o conteúdo de História do Brasil, disponíveis gratuitamente no YouTube. É só clicar no play e ter acesso a um acervo de vídeo aulas com recursos audiovisuais de primeira linha.
E uma dica de última hora do aspira Joubert: você também pode baixar todos os vídeos de História do Brasil do Boris Fausto no site Domínio Público. Basta entrar na página de pesquisa e pesquisar assim: tipo de mídia – vídeos, título – boris fausto, o resto pode deixar em branco.
Sugiro ver os vídeos antes de estudar o assunto nos livros. Funcionará como uma introdução, em que você preparará sua mente para o conteúdo a ser absorvido, visualizando todo o contexto histórico, através da narração do professor, das fotos e gravuras e o áudio que ambienta as aulas, antes de “cair dentro” da leitura.
Através dos links abaixo você acessa todos os vídeos disponíveis.
Brasil ColôniaParte 1 | Parte 2 | Parte 3
Brasil ImpérioParte 1 | Parte 2 | Parte 3
República VelhaParte 1 | Parte 2
Era VargasParte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
Período DemocráticoParte 1 | Parte 2 | Parte 3
Ditadura Militar – Não tem no YouTube, mas você pode baixar no site Domínio Público.
RedemocratizaçãoParte 1 | Parte 2 | Parte 3
 
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